COVID-19 - Dispositivos médicos e equipamentos de proteção com lucro máximo de 15%,

O Ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, Pedro Siza vieira, e a Ministra da Saúde, Marta Temido, assinaram um despacho que impõe um limite máximo de 15% na percentagem de lucro na comercialização de dispositivos médicos e de equipamentos de proteção, bem como do álcool etílico e do gel desinfetante cutâneo de base alcoólica.
O Decreto-Lei n.º 14-F/2020, de 13 de abril, confere ao titular da área da Economia, conjuntamente com o governante da área sectorial, o poder de determinar as medidas de exceção necessárias à contenção e limitação de mercado, incluindo a possibilidade de limitação máxima de margens de lucro na comercialização de certos produtos.
Assim, fica fixada a percentagem máxima de 15% quanto ao lucro na comercialização por grosso e a retalho dos dispositivos médicos e dos equipamentos de proteção individual identificados no anexo ao citado D.L., bem como do álcool etílico e do gel desinfetante cutâneo de base alcoólica.
Este limite máximo vigorará no dia seguinte à publicação do despacho, perdurando enquanto se mantiver a declaração de estado de emergência.
Recorde-se ainda que as empresas nacionais dispõem, desde a passada segunda-feira, de um regime excecional e temporário para a conceção, o fabrico, a importação e a comercialização nacional de dispositivos médicos e equipamentos de proteção individual, com a publicação do Decreto-Lei n.º 14-E/2020, de 13 de abril.
COVID-19 - Mercadona doa 20.000 kg de chocolates ao Banco Alimentar,
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Mercadona colabora com Banco Alimentar do Porto na entrega de 20.000 quilos de chocolate
A Mercadona doa 20.000 quilos de chocolates ao Banco Alimentar Contra a Fome do Porto, para proporcionar aos mais carenciados e aos que estão na linha da frente do combate à pandemia de Covid-19, um momento “doce” nesta Páscoa.
Esta semana, a empresa também doou mais 65 toneladas de bens alimentares como leite, massa, arroz, atum, reforçando as entregas da rede de lojas a 10 cantinas sociais de proximidade.
Com 10 lojas abertas nos distritos de Porto, Braga e Aveiro, a Mercadona está a reforçar a sua atividade social durante a situação de crise de saúde causada pela Covid-19 que atualmente atravessa o nosso país, mantendo o compromisso com as diversas instituições com as quais colabora.
Neste contexto, a empresa doou 20.000 quilos de chocolate ao Banco Alimentar Contra a Fome do Porto, que fará a distribuição desta oferta através da sua rede, que entre as várias instituições inclui o Hospital de São João, no Porto.
O Presidente da Direção do Banco Alimentar Contra a Fome do Porto, António Cândido da Silva, afirma: “O Banco Alimentar Contra a Fome do Porto está muito sensibilizado e profundamente agradecido à cadeia de distribuição Mercadona, pelo seu envolvimento na ajuda deste Banco Alimentar, aos mais carenciados do nosso distrito do Porto e Norte de Portugal. A postura social nestes tempos de pandemia, por parte da Mercadona, a sua generosidade, é um exemplo para o sector da distribuição alimentar, neste nosso distrito e no norte de Portugal.”
Elena Aldana, Diretora-Geral Internacional de Relações Externas da Mercadona, destaca: "Consciente de que a Páscoa é um dos momentos mais importantes para os portugueses, e que este ano será vivida em circunstâncias muito diferentes, em especial pelas famílias carenciadas e pelos profissionais de saúde, decidimos doar 20.000 quilos de chocolate que podem proporcionar momentos felizes. Em colaboração com o Banco Alimentar Contra a Fome do Porto, queremos também prestar uma homenagem aos profissionais de saúde para que, apesar desta fase, possam assinalar a Páscoa”.
A Mercadona entregou, esta semana, mais 65 toneladas de bens alimentares de primeira necessidade tais como, leite, massa, arroz, atum e outros não-perecíveis e foram distribuídos a instituições como Cáritas, Cruz Vermelha e Banco Alimentar de Aveiro, Braga e Porto, distritos onde estão presentes as 10 lojas da Mercadona no país.
A empresa fortaleceu ainda a sua rede de instituições locais de cariz social, próximas das suas 10 lojas, cujas cantinas sociais recebem diariamente (de segunda a sexta-feira) bens de primeira necessidade, alimentares e não alimentares.
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