COVID-19 - Medidas Orientadoras para Bombeiros

Sexta-feira, 20.03.20

COVID-19 - Medidas Orientadoras para Bombeiros,


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No âmbito da infeção pelo novo Coronavírus (SARS-CoV-2), a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), com base nas orientações emanadas pela Direção-Geral da Saúde (DGS), informa sobre um conjunto de medidas a desenvolver de modo a prevenir a epidemia.


Importa salientar que, na prestação de cuidados de socorro e na emergência, o risco está sempre presente. É responsabilidade de todos tentar minimizar esse risco com pequenos gestos que diminuem a possibilidade de contágio, seja entre os bombeiros, seja com as famílias quando se chega a casa. 


Cada pequeno gesto pode fazer a diferença. Cuidar de si, é cuidar dos outros.


Ver orientações: aqui

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COVID-19 - Medidas de apoio economia Caixa Geral de Depósitos CGD

Quinta-feira, 19.03.20

COVID-19 - Medidas de apoio economia Caixa Geral de Depósitos CGD ,


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O momento de exceção em que nos encontramos exige que se atue no sentido de apoiar as empresas e os particulares a ultrapassarem os fortes constrangimentos de liquidez que a redução da atividade gera. Neste sentido a CGD decidiu tomar um conjunto de medidas que de forma simples e imediata serão implementadas abrangendo os seus clientes com créditos ativos.


MEDIDAS PARA EMPRESAS


Relativamente às empresas, e sem prejuízo das medidas que estão a ser aprovadas pelas autoridades nacionais e europeias, a CGD decidiu desde já implementar um conjunto de medidas que a seguir se descrevem e que serão executadas por solicitação dos seus clientes e para os níveis de risco adequados:



  • Aceitar reajustar os pagamentos das prestações mensais nos seus créditos de médio e longo prazo com por um período até 6 meses, para que possam ajustar os seus planos de tesouraria aos novos níveis de atividade;

  • Prolongar os prazos de pagamento de financiamentos especializados em modelos de leasing para equipamentos mais atingidos pela atual crise por períodos adicionais de 12 meses, reduzindo o esforço de tesouraria mensal;

  • Em articulação com as sociedades de garantia mútua promover o ajustamento das prestações dos financiamentos garantidos, igualmente de forma a aliviar o peso das prestações nos períodos críticos dos próximos meses;

  • Renovar a generalidade dos planos de limites aprovados por prazos que podem ir até 180 dias, mantendo em vigor as disponibilidades de financiamento garantidas aos atuais clientes;
    • Simplificação dos mecanismos de prorrogação até 180 dias de todas as operações de curto prazo em vigor;

  • Para empresas ou entidades do setor da saúde e social (hospitais, clínicas, laboratórios, lares, bombeiros, entidades de apoio social, em geral), simplificar a decisão de prorrogação em 12 meses do prazo total de operações de leasing mobiliário que estejam em vigor e, em alternativa, introduzir períodos de carência até 12 meses;

  • Para o setor dos transportes, alargar o prazo de pagamento dos leasings sobre viaturas ligeiras e viaturas pesadas períodos até 12 meses ou em alternativa introduzir períodos de carência até 90 dias;

  • Para o setor de turismo, além das medidas gerais antes enunciadas, alargar os prazos de vencimento até mais 5 anos, em função de avaliação pontual tendo presente aspetos específicos das empresas;

  • Criação de linhas de crédito e reforço das atuais linhas para conferir meios adicionais às empresas no âmbito das suas atividades, nomeadamente para aquisição de equipamentos informáticos e de telecomunicações no sentido de incrementar os meios disponíveis para Teletrabalho;

  • Aumentar até 30% os limites de factoring com recurso e notificado;

  • Pré-financiar as encomendas do Estado ou de grandes cadeias de distribuição, através dos mecanismos de crédito existentes, contribuindo para a manutenção das linhas de abastecimento das funções essenciais;

  • Manter em funcionamento, com grande simplificação dos processos e celeridade das decisões, todas as linhas de financiamento que a CGD dispõe, satisfazendo em tempo e capacidade as necessidades dos clientes;

  • Como medida de apoio aos pequenos comerciantes, a Caixa isentará o pagamento da mensalidade de todos os Terminal de Pagamento Automático com faturação inferior a 7.500€ por mês até 31 de maio. E, de forma a dinamizar a utilização de cartões e incentivar a desmaterialização dos pagamentos, a CGD manterá a política que tem vindo a ser praticada de não cobrar da componente fixa da MSC (Merchant Service Charge) nas transações de pequeno valor;

  • Além destas medidas e como forma de mitigar as quebras de tesouraria das empresas suas abastecedoras, a CGD antecipará este mês o pagamento a fornecedores no montante de 10 milhões de euros e manterá os pagamentos com prazos imediatos, após confirmação, nos próximos meses.


MEDIDAS PARA CLIENTES PARTICULARES



  • Relativamente aos clientes individuais com crédito (habitação ou crédito pessoal), a CGD avaliará a eventual carência de capital até 6 meses, mediante pedido dos clientes e em condições de simplicidade de acesso, designadamente para o Crédito à Habitação;

  • Para clientes titulares das Contas Caixa, como acréscimo às vantagens já incluídas naqueles pacotes, todas as transferências realizadas através dos canais digitais serão gratuitas durante este período de crise;

  • Adicionalmente, para todos os clientes que sejam titulares de uma conta na CGD e que não sejam detentores de cartão de débito, a Caixa isentará a primeira anuidade durante este período de crise;

  • A Caixa pratica ativamente uma política de proteção das franjas mais desfavorecidas, i.e., todos os clientes com pensão até 1,5x o salário mínimo nacional e os jovens até aos 26 anos estão isentos de comissões.


Dado o dinamismo da situação, além destas medidas que entendemos contribuem significativamente para atenuar e apoiar a economia nacional e os seus clientes nesta fase difícil, a CGD criará os mecanismos que forem adequados para responder a novas necessidades que o mercado e os seus clientes venham a exigir.

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COVID-19 - Carta Aberta PINGO DOCE e novas medidas de segurança

Terça-feira, 17.03.20

COVID-19 - Carta Aberta PINGO DOCE e novas medidas de segurança,


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Estimado Cliente,


Atravessamos tempos muito difíceis, marcados pela incerteza e pela preocupação com os que nos são mais próximos. Na verdade, estamos todos a adaptar-nos a uma realidade sem precedentes, a tentar criar novas rotinas, a fazer tudo ao nosso alcance para proteger a nossa família e amigos. Sabemos que há pessoas para quem a dificuldade é ainda maior, desde logo porque o desempenho das suas funções as obriga a uma maior exposição.


No Pingo Doce, estamos muito conscientes da especial importância do papel dos supermercados neste momento. Sabemos que nos cabe a grande responsabilidade de manter as nossas lojas abertas e abastecidas, assegurando, simultaneamente, a proteção dos nossos cerca de 30 mil Colaboradores e o bem-estar e segurança de todos os nossos Clientes. Por isso, estamos, desde o início desta crise, em articulação com a Direcção-Geral de Saúde e a agir em total conformidade com as orientações das autoridades. E vamos continuar a trabalhar arduamente para cumprir a missão de levar até si tudo o que é fundamental, mantendo a qualidade, os preços baixos e a dedicação que nos caracterizam e que nos reconhece.


No âmbito dos esforços para conter a propagação do vírus, desde 16 de Março, as lojas Pingo Doce têm, temporariamente e por tempo indefinido, novos horários. Cada loja tem a sua equipa dividida em grupos, possibilitando a rotação das equipas a cada 15 dias. Assim, teremos sempre profissionais em prontidão e os nossos colaboradores podem, rotativamente, resguardar-se em casa. Uma equipa de médicos e enfermeiros acompanha e aconselha, em alinhamento com os serviços públicos de saúde, os nossos colaboradores. Reforçámos a desinfecção diária das lojas e de todos os equipamentos, como carrinhos e cestos, e implementámos a obrigatoriedade de todos os Colaboradores higienizarem as mãos a cada 30 minutos.


Vamos continuar a trabalhar incansavelmente com os nossos parceiros e fornecedores para garantir a estabilidade do fluxo de abastecimento de produtos, com especial foco nos bens essenciais. Por isso, dirijo-lhe um apelo: compre apenas aquilo de que necessita para não comprometer o acesso dos demais Clientes, particularmente dos mais vulneráveis, a bens que são de primeira necessidade. Se não costuma cozinhar em casa, deixe-me lembrar que este site tem mais de duas mil receitas, na sua maioria fáceis, saudáveis e rápidas, que poderão ser uma ajuda.


A todos os Colaboradores do Pingo Doce, dirijo publicamente uma palavra de admiração e reconhecimento pela coragem, a lealdade e a entrega nesta hora tão exigente. Aos nossos Clientes, agradeço a compreensão se a experiência da visita ao seu Pingo Doce for diferente da habitual.


Temos como prioridades absolutas a segurança e o bem-estar de todos e vamos continuar a responder a esta crise com o maior sentido de responsabilidade.


Através dos nossos canais oficiais de comunicação – no site, no Facebook e no Instagram – poderá, a todo o momento, consultar informação actualizada, sobre esta e outras questões. E, claro, a nossa Linha de Apoio ao Cliente estará sempre disponível e empenhada em ajudar.


Mantenha-se em segurança.


Bem haja.



Isabel Pinto
Directora-Geral Pingo Doce

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