Recolha de alimentos BANCO ALIMENTAR de 26 maio a 5 junho - ( saco 28 e 29 maio ),
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No fim de semana de 28 e 29 de maio, a Campanha de Recolha de Alimentos promovida pelos Bancos Alimentares Contra a Fome volta aos hipers e supermercados com uma enorme equipa de voluntários espalhada por todo o país. A campanha desta edição reforça ainda mais a importância da envolvência de cada um de nós nesta causa, pois cada contributo é uma ajuda imprescindível.
“A Campanha dos Bancos Alimentares está de volta, em força, com muitos voluntários comprometidos. O desafio aos portugueses é para serem os próximos a ajudar o próximo. Estaremos em todo o país com a colaboração de cerca de 40 mil voluntários, a quem muito agradecemos, pois sem eles a angariação de alimentos com esta dimensão não era possível”, afirma Isabel Jonet, Presidente da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome.
Em dezembro de 2021 os 21 Bancos Alimentares conseguiram angariar 1.680 toneladas de alimentos, que contribuíram para a alimentação de mais de 380.000 pessoas com carências comprovadas, identificadas pelas cerca de 2.500 instituições e entidades, que operam no terreno, acompanhadas pelo Banco Alimentar da respetiva região.
A responsável reforça ainda que “a par da situação pandémica que teve um enorme impacto económico e social na população, vivemos agora outro contexto complicado que vem agravar a situação de muitas famílias. Por isso, nesta campanha, pedimos: "Seja o próximo a ajudar o próximo” contribuindo com um donativo em alimentos.”
Para participar, os portugueses já conhecem bem o procedimento: basta – nos próximos dias 28 e 29 de maio nos super e hipermercados - aceitar um saco do Banco Alimentar e colocar no mesmo produtos que, de preferência, não sejam perecíveis (conservas, massas, arroz, leite, etc.), para ajudar as pessoas e famílias mais carenciadas.
Os voluntários, sempre devidamente identificados, convidam o público a participar na conhecida campanha. Os bens são encaminhados para os armazéns do Banco Alimentar de cada região e aí pesados, separados e acondicionados para posterior entrega às entidades beneficiárias. A distribuição começa de imediato para escoamento dos bens frescos doados, garantindo que tudo chega à mesa de quem precisa.
Em paralelo, as pessoas podem ainda contribuir até 5 de Junho através da campanha Ajuda Vale, com vales disponíveis em todos os supermercados, cada um com um código de barras específico, correspondente ao alimento selecionado para doação cujo valor é acrescentado no ato do pagamento, ou no site www.alimentestaideia.pt, um portal de doações online, dando assim a oportunidade de participar a todos aqueles que não se deslocam aos pontos de recolha durante o fim de semana e aos que se encontram ou residem fora de Portugal.
O Banco Alimentar Contra a Fome
O Banco Alimentar foi criado em Portugal em 1991 com a missão de lutar contra o desperdício e distribuir apoio a quem mais precisa de se alimentar, em parceria com instituições de solidariedade e com base no trabalho voluntário. Existem atualmente 21 Bancos Alimentares (nas zonas de Abrantes, Algarve, Aveiro, Beja, Braga, Castelo Branco, Coimbra, Cova da Beira, Évora, Leiria-Fátima, Lisboa, Madeira, Oeste, Portalegre, Porto, S. Miguel, Santarém, Setúbal, Terceira, Viana do Castelo, Viseu). A Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares representa e congrega a rede dos Bancos Alimentares a nível nacional e internacional.
#bancoalimentar #alimentestaideia
Para mais informações sobre a campanha, contacte:
Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome
91 900 02 63
Saber mais em www.bancoalimentar.pt
COVID-19 - Mercadona doa 20.000 kg de chocolates ao Banco Alimentar,
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Mercadona colabora com Banco Alimentar do Porto na entrega de 20.000 quilos de chocolate
A Mercadona doa 20.000 quilos de chocolates ao Banco Alimentar Contra a Fome do Porto, para proporcionar aos mais carenciados e aos que estão na linha da frente do combate à pandemia de Covid-19, um momento “doce” nesta Páscoa.
Esta semana, a empresa também doou mais 65 toneladas de bens alimentares como leite, massa, arroz, atum, reforçando as entregas da rede de lojas a 10 cantinas sociais de proximidade.
Com 10 lojas abertas nos distritos de Porto, Braga e Aveiro, a Mercadona está a reforçar a sua atividade social durante a situação de crise de saúde causada pela Covid-19 que atualmente atravessa o nosso país, mantendo o compromisso com as diversas instituições com as quais colabora.
Neste contexto, a empresa doou 20.000 quilos de chocolate ao Banco Alimentar Contra a Fome do Porto, que fará a distribuição desta oferta através da sua rede, que entre as várias instituições inclui o Hospital de São João, no Porto.
O Presidente da Direção do Banco Alimentar Contra a Fome do Porto, António Cândido da Silva, afirma: “O Banco Alimentar Contra a Fome do Porto está muito sensibilizado e profundamente agradecido à cadeia de distribuição Mercadona, pelo seu envolvimento na ajuda deste Banco Alimentar, aos mais carenciados do nosso distrito do Porto e Norte de Portugal. A postura social nestes tempos de pandemia, por parte da Mercadona, a sua generosidade, é um exemplo para o sector da distribuição alimentar, neste nosso distrito e no norte de Portugal.”
Elena Aldana, Diretora-Geral Internacional de Relações Externas da Mercadona, destaca: "Consciente de que a Páscoa é um dos momentos mais importantes para os portugueses, e que este ano será vivida em circunstâncias muito diferentes, em especial pelas famílias carenciadas e pelos profissionais de saúde, decidimos doar 20.000 quilos de chocolate que podem proporcionar momentos felizes. Em colaboração com o Banco Alimentar Contra a Fome do Porto, queremos também prestar uma homenagem aos profissionais de saúde para que, apesar desta fase, possam assinalar a Páscoa”.
A Mercadona entregou, esta semana, mais 65 toneladas de bens alimentares de primeira necessidade tais como, leite, massa, arroz, atum e outros não-perecíveis e foram distribuídos a instituições como Cáritas, Cruz Vermelha e Banco Alimentar de Aveiro, Braga e Porto, distritos onde estão presentes as 10 lojas da Mercadona no país.
A empresa fortaleceu ainda a sua rede de instituições locais de cariz social, próximas das suas 10 lojas, cujas cantinas sociais recebem diariamente (de segunda a sexta-feira) bens de primeira necessidade, alimentares e não alimentares.
COVID-19 - LIDL reforça apoio a bancos alimentares,

LIDL ENTREGA CERCA DE 130 TONELADAS DE BENS ALIMENTARES À POPULAÇÃO
Reforçando o seu apoio à comunidade, o Lidl Portugal estabeleceu uma parceria com a Federação Portuguesa de Bancos Alimentares para distribuir bens à população: cerca de 130 toneladas, de Norte a Sul do país.
Atento ao desenvolvimento do Covid-19 em Portugal e consciente do seu papel na garantia do bemestar social, o Lidl tem procurado auscultar as necessidades da comunidade, no sentido de levar ajuda a quem mais precisa. Neste período sem precedentes, a empresa reforça a sua política de doações, entregando bens à comunidade.
Através de uma parceria com a Federação Portuguesa de Bancos Alimentares, que criou a Rede de Emergência Alimentar, a empresa está a distribuir cerca de 130 toneladas de bens alimentares à população, num total de cerca de 150 mil artigos. As necessidades foram identificadas pelo Banco Alimentar Contra a Fome, que está igualmente encarregue da repartição dos bens pelas suas delegações no país, suprimindo assim as carências da população mais vulnerável.
Para Isabel Jonet, presidente da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares contra a Fome, “a mobilização de toda a sociedade neste momento tão difícil reveste-se de importância acrescida e contribui para a coesão social. O apoio do Lidl em produtos alimentares de primeira necessidade, básicos para a alimentação das famílias que ficaram sem recursos ou apoios, permitirá, através da Rede de Emergência Alimentar, assegurar que terão à sua mesa os alimentos de que necessitam, podendo enfrentar os próximos tempos com um apoio indispensável para a sua vida. Com esta grande doação de bens, o Lidl dá provas de preocupação com as comunidades e com a sustentabilidade, sendo de louvar a rapidez com que se prontificou a acudir a esta situação.”
De acordo com Vanessa Romeu, diretora de Comunicação e Responsabilidade Corporativa do Lidl Portugal, “enquanto empresa com um forte sentido de responsabilidade corporativa, que tem como um dos seus pilares de atuação o apoio às comunidades locais, o Lidl está totalmente empenhado em minimizar os efeitos desta pandemia na sociedade, em tudo aquilo que está ao nosso alcance. Continuamos atentos às necessidades de quem mais precisa e tudo faremos para satisfazê-las”.